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Conheça o Indie Dance made Brasil de Vini Pistori, que acaba de lançar pela Levels Rec

O produtor é um dos nomes nacionais que mistura Dance Music com referências de subgêneros do Rock

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Por Maria Angélica Parmigiani

Uma das vertentes que ganhou mais força durante o momento de reclusão mundial foi o Indie Dance e você provavelmente já cruzou com ele. Sua mistura entrelaça a nostalgia das sonoridades oitentistas com um teor futurista, sensação gerada pela mistura dos beats com elementos do Rock, principalmente provenientes da icônica escola Pós Punk, que desdobra-se para o New Wave e por aí vai. Aqui no Brasil um dos nomes que tem representado muito bem a fatia é Vini Pistori.

Com passagens em selos como Monaberry, Connected, Paradiso, Calypso, OMENI, Warung Recordings, Mumbai Records e Secret Fusion, o artista procura não engessar-se a isso ou aquilo, mas admite que tem apreço por essa nuance mais retrô da música eletrônica e que finalmente, terá sua ebulição materializada nas pistas de dança. Artistas como Echonomist, Jennifer Cardini e Damon Jee são ótimas referências para conhecer mais sobre o estilo e todos eles já deram suporte às faixas de Pistori.

Famoso por dar uma energizada em qualquer pista meio morninha, o Indie Dance não é um fenômeno à toa: é quase como um portal para os anos oitenta. E se para alguns, essa foi a década perdida, para a música e para a cultura a banda tocou bem diferente. E claro, como um bom “começo”, a música eletrônica estava em uma fase de experimentação e seus pioneiros vinham de outras escolas, como o Rock. Não é incomum conhecer produtores de Techno ou Indie que são aficionados por Rock.

Em seu novo EP Front Of The Sea, ele exemplifica bem essa mistura. Com duas faixas, o produtor mostra as facetas do estilo que oscilam entre o sério e o celebrativo. A chancela da vez vem pelo novo selo Levels Rec, o famoso coletivo homônimo da região Sul do Brasil. Mesmo dando seus passos em 2021, o movimento já trouxe outras faixas com essa mentalidade e também um primo que anda famoso, o Dark Disco.

Pois é, ao que tudo indica, sintetizadores e arpejos parecem ser um caminho sem volta. Aliás, nos últimos anos, os clubbers tem se esbaldado em linhas mais melódicas. Até os mais “direto e reto” não tem resistido ao passeio (dá uma olhadinha nos últimos lançamentos do Liebing, por exemplo). Mas o Techno Melódico, House Progressivo e House Melódico não nos deixam mentir. 

O Indie Dance, aliás, sempre que pode dá aquela flertada cintilante com estas vertentes, tudo muito coerente, hipnótico, esperando essa materialização de uma pista futurista pós pandêmica mais do que prometida. Enquanto a gente se vacina e entra em forma, os produtores nos nutrem com música. Eis sua dose de Indie Dance:

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“Escolhemos as músicas e artistas que gostamos, divulgamos os projetos em que acreditamos. “

“A cultura eletrônica e o mundo do entretenimento vistos através de artigos, matérias e entrevistas com artistas, produtores e diversos profissionais chave do Brasil e do Mundo.”

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