Neste rápido bate bola sobre o lançamento do novo EP, falamos sobre a indústria, vinil, estúdio, as dificuldades de gerir um selo e de quebra els ainda compartilharam um pouco do que eles tem ouvido recentemente. Tudobeats: Uma entrevista para ouvir.
Stekke sobre a árdua tarefa de produzir um selo musical no país.
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TUDOBEATS – Ale e Renee, antes de tudo quero dizer que admiro o trabalho de vocês tanto individualmente, quanto juntos. Obrigado pela entrevista.
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STEKKE: Olá Nazen, obrigado pela oportunidade no tudobeats e também pela admiração do nosso trabalho!
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TDBTS: Vamos lá…. Vocês trabalham bastante em estúdio no momento, tanto produzindo quanto cuidando de dois selos, Sudd e Sketches. Quais estão sendo as maiores dificuldades para o business de vocês hoje?
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STK: A maior dificuldade é a distância. Estamos no Brasil, onde tudo é mais complicado. Estamos linkados com estúdios de masterização, confecção dos lacquers, prensagem dos discos, Test Pressings, é tudo realizado na Europa, sendo um grande “GAP” no calendário dos labels.
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Ale Reis e Renee – Stekke (Olga Recordings)
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TDBTS: Agora vocês tem esse lançamento lindo, em vinil que á algo importantíssimo. Por favor comente ‘Uncompromising Groundwork’. De onde surgiu esse projeto?
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STK: Havíamos recebido um convite do Olga Recordings para um próximo release. Em contato com André Torquato, começamos a compor as duas tracks que compoem o Uncompromising Groundwork EP. Em seguida surgiu a oportunidade do Gari Romalis remixar algumas das tracks. Então, em contato com Renato Ratier e China, decidimos por começar uma subdivisão do label – “Vinyl Only” – o Olga Limited Series.
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TDBTS: E coo vocêrs fizeram? Foi gravado de uma vez só? Usaram qual hardware? Comenta isso por gentileza =D
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STK: Sim, começamos a compor os temas nos modulares, com sintetizadores e samplers, os drums nas baterias eletrônicas, o resto fluiu em Live Jam. As músicas foram compostas em seguida, algumas horas depois estávamos com o Release pronto. Mas nem sempre é assim, foi o flow do momento.
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TDBTS: E que momento né? Como foi trabalhar com um cara tão reconhecido como Gari Romalis?
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STK: Gari é um ícone de Detroit, uma lenda. Há anos admiramos o trabalho dele, e tocamos muitos de seus discos. É uma satisfação imensa ter um release com um brilhante Remix deste artistas dando suporte ao nosso trabalho.
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TDBTS: Diz-se sobre a Indústria da Música, que ela é cíclica e o que foi moda antes depois de um tempo voltará. Será assim com o minimal?
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STK: Música boa não tem idade, é atemporal. Sempre existirá uma moda, uma tendência (que talvez seja uma terminologia capitalista para vender o que está obsoleto) em paralelo à isso existem os que tem sua identidade e nunca saem de moda, são artistas de verdade, esses portanto, acabam se tornando referências.
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TDBTS: Por falar em referências… Para fechar, contem pra gente um pouquinho do que tem ouvido entre um lugar e outro.
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STK: Claro! Segue alguns cds da nossa playlist atualmente em viagens!