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Review: Sharam Jey @ Clash Club

Nem o frio, nem a garoa de São Paulo foram suficientes para derrubar a vibe da galera que fazia fila dobrando o quarteirão da casa.

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Mesmo com todo o alvoroço, a casa manteve a organização e boa recepção do público. Na entrada, o único cara que eu vi cair fora foi por causa do “Rato Morto”. Que diabos é Rato Morto? Coisas da balada.

 

Entrei quando a dupla Vulpes estava tocando. por volta da meia noite e meia, já ansiosa para ver o que ia rolar. Como o pessoal ainda estava entrando, aproveitei para dar uma olhada no cardápio de bebidas e comprar algumas fichas com os vendedores de ficha que circulam por lá. Aliás, acho ótimo esse esquema cashless pois evita aquela coisa chata de fazer comanda, ter que pegar fila no final além da preocupação em não perder o cartão durante o evento.

 

Vi a dupla terminando o set, passando até por Tim Maia, logo eu que amo música brasileira já pirei e entrei na vibe total pra esperar o Thomaz Krauze começar. A esta altura a casa já estava lotada e quando ele entrou fiquei acompanhando colada no palco junto com o pessoal mais frito da pista, levei até umas cotoveladas mas valeu a pena, foi um set de Tech House bem gostoso de se escutar. Achei muito legal ver o prazer do Thomaz em estar fazendo aquilo. O quanto ele tava curtindo aquela brincadeira toda de tocar.

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Ainda estava por vir Du Serena e Sharam Jey, então achei melhor dar uma voltinha pelo fumódromo em direção ao Clash Room, logo voltei pro set do Du Serena. Minimal com forte influência do techno e tech–house. Nessa hora a galera já estava mais do que preparada e aquecida para receber a grande estrela da noite, Sharam Jey. Eu, claro, estava já no backstage do lado dele vendo sua preparação para entrar em cena e seu entusiasmo em relação ao Set do Du Serena. Não pude deixar de pedir para tirar uma foto com ele, que de maneira muito simpática topou.

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Quando Sharam entrou a pista finalmente estava completa. Nada melhor para completar aquele espaço perfeito que soma um jogo de luzes incrível com um som excelente. A galera foi a loucura e ele claro, soube do começo ao fim manter a energia de todos ao máximo. Ao longo do set ele tocou diversas músicas da sua label Bunny Tiger. Abriu o set com Hey Hey Hey do Chemical Surf e encerrou tocando a famosa Bass, sua produção também com Chemical Surf & Illusionize. Ou seja, o alemão estava mais do que em casa. Acho que não consigo definir uma parte do set como o clímax da festa e sim o show por completo. A energia estava perfeita e todos em sincronia. Acima de tudo, cada artista mostrou sua personalidade através do som.

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